Nos dias de hoje, as Smart Factories têm especial atenção à pegada ambiental.
O objetivo da Sistrade foi desenvolver uma ferramenta de apoio à decisão para caracterizar e otimizar a eficiência ecológica do sistema produtivo da organização, tendo sempre em mente a performance económica. Este módulo está preparado para simular cenários e gerar benchmarks de performance, comparando os níveis de referência.

O software de ecoeficiência Sistrade® ECOManager surge no âmbito do projecto mobilizador PRODUTECH-PSI: Novos Produtos e Serviços para a Indústria Transformadora, na actividade PPS 5 - Eficiência Energética e Ambiental dos Sistemas de Produção. O objectivo desta actividade passa pelo desenvolvimento de uma ferramenta de caracterização e melhoria da ecoeficiência de sistemas de produção, na qual a SISTRADE está envolvida como tomador dos desenvolvimentos e resultados, assim como a programação e comercialização do software.

Principais Funcionalidades

  • Facilita a analise/avaliação dos balanços de massa e de energia dos sistemas de produção (Inputs/outputs): Gera informação necessária para determinar a Avaliação de Desempenho Ambiental e para determinar os Impactes Ambientais afectos ao consumo de recursos através do Calculo da Influência Ambiental
  • Incluí metodologias de definição de indicadores de desempenho económico e de desempenho ambiental (KPI e KEPI): É passível de ser integrado como complementar com sistemas de gestão já existentes (sistemas de organização internos, normativos ISO 14001, etc.)
  • Permite a integração do desempenho económico com o desempenho ambiental da empresa (ou de processos) e gera a informação necessária para a avaliação da ecoeficiência
  • Apresentação de resultados sob a forma de Dashboards (quadros resumo) de gráficos e tabelas em função das variáveis mais importantes para o utilizador
  • Geração do perfil económico e perfil ambiental da empresa ou processo em estudo: Os perfis surgem de forma standard e quantificam os principais aspectos ambientais e económicos, assim como o resultado dos rácios da ecoeficiência que são mais significativos/representativos para a empresa ou processo em estudo
  • Em função dos resultados obtidos, o utilizador pode definir prioridades e aferir das ineficiências mais significativas, permitindo-lhe implementar acções de melhoria focadas na redução de custos, no uso mais eficiente de recursos e matérias-primas, e na redução dos impactes ambientais da sua actividade

  • Simulação de cenários e definição de metas económico-ambientais:
    • Com os resultados obtidos o software permitirá ao utilizador simular alterações no processo de fabrico ou nos processos da empresa e avaliar os ganhos que poderão advir dessas alterações. A simulação de cenários também pode ajudar o utilizador a perceber quais as alterações/melhorias que terão de ser efectuadas para que determinadas metas/objectivos sejam alcançados.
  • Inclusão de indicadores de referência de desempenho para várias fileiras de actividade (benchmarking):
    • O software prevê a inclusão de valores de referência ou valores médios dos recursos mais representativos e tipicamente consumidos por uma dada fileira/sector, assim como das emissões (sólidas, liquidas ou gasosas). Com a inclusão de valores de referência o utilizador poderá comparar o desempenho do seu processo ou da sua empresa com os valores de referência da fileira.
  • Incorporação de listagens das melhores práticas e técnicas por fileira:
    • As listagens de boas práticas permitirão ao utilizador um suporte e guia para atenuar os problemas e as situações de ineficiência típicos da fileira. Estas medidas têm o intuito de ajudar o utilizador a melhorar o desempenho do processo ou da empresa.

A ferramenta-software está a ser desenvolvida por várias entidades do Sistema Científico e Tecnológico Nacional (STCN), INEGI, ISQ, CENI, IST, com suporte de vários Centros Tecnológicos os quais representam 5 fileiras de actividade, CATIM (Metalomecânica); CENTIMFE (Moldes); CEVALOR (Rochas Ornamentais); CITEVE (Têxtil); CTIC (Couro), de modo a incorporar as melhores práticas de cada fileira e assim valorizar a sua aplicação pelas empresas de cada sector.

A ferramenta-software está a ser testada por duas empresas do consórcio, uma da fileira metalomecânica (TEGOPI SA) e outra do sector Têxtil (IDEPA SA), para validar as metodologias desenvolvidas e incorporadas no software.

A ecoeficiência reúne as duas dimensões «eco» - de economia e de ecologia, para relacionar o valor do produto ou serviço com a influência ambiental. O objectivo primordial da ecoeficiência é acrescentar valor líquido à empresa/processo/produto "Fazer mais com Menos".

A ecoeficiência pode ser a métrica das empresas e organizações sustentáveis, para demonstrar o progresso económico e ecológico, traduzido pelo contributo (valor) para o bem-estar e correspondente utilização mais ou menos eficiente, dos recursos ambientais, económicos e humanos.

A quantificação da ecoeficiência estimula a valorização dos negócios, quer pelos proveitos da efectiva redução de custos (dos materiais, da energia e dos danos ambientais), quer pela transparência na comunicação das características dos processos/produtos.

Caracterização do Desempenho de Ecoeficiência

O software Sistrade ECOManager é uma ferramenta de apoio a decisão que conjuga o desempenho ambiental com o desempenho económico. Tem como objectivo, a quantificação da ecoeficiência de uma empresa ou processo/serviço, e a avaliação da sua evolução face aos objectivos e metas definidos.

Esta ferramenta de apoio a decisão, é também um simulador de cenários de melhoria que permitem, de forma iterativa, a convergência da decisão com os objectivos e metas e ainda, a gestão de hipóteses alternativas.

A apresentação de resultados, no Sistrade ECOManager, é ajustável pelo utilizador e utiliza uma linguagem perfeitamente integrada no controlo de gestão das empresas, nos domínios: ambiente, económico e social.

O Sistrade ECOManager apresenta resultados para apoio à decisão, em quatro "módulos":
  • Análise de Fluxo de Massa e Energia (AFME)
  • Avaliação de Desempenho Ambiental (ADA)
  • Modelo de Cálculo da Influência Ambiental (MCIA)
  • Modelo de Cálculo do Valor (MCV)
Resumindo, ao longo do processo de quantificação da ecoeficiência a ferramenta permite a integração no controlo de gestão através dos procedimentos comuns:
  • Inventário de consumos e emissões
  • Balanço de Massa e Energia de cada Área de Estudo
  • Identificar os Aspectos Ambientais
  • Avaliar a Significância dos Aspectos Ambientais
  • Definir objectivos e metas
  • Identificar Princípios de Ecoeficiência afectos à melhoria
  • Avaliar a Influência Ambiental
  • Definir Valor da característica funcional
  • Calcular o Valor de acordo com o Sistema de Normalização Contabilística
  • Identificar e quantificar os indicadores de desempenho
  • Calcular os Rácios de Ecoeficiência
  • Parametrizar Processo/Serviço da Empresa
  • Determinar evolução da Ecoeficiência
  • Simular e comparar alternativas de medidas de melhoria

Os utilizadores desta ferramenta podem optar entre três versões que diferem no nível de detalhe da informação necessária, sobre os processos e, consequentemente, na apresentação de resultados mais ou menos agregados.

A versão mais simples do Sistrade ECOManager, é adequada para um utilizador sem experiência na aplicação de metodologias: AFME, ADA, MCIA ou MCV, mas que conhece e detém informação sobre controlo operacional dos processos e sobre a definição de objectivos e metas. Nesta versão, a fronteira do estudo é limitada aos processos identificados pelo utilizador. Por exemplo, o consumo de materiais é contabilizado, mas não é tida em consideração a influência ambiental a montante do processo, decorrente da extracção/produção/transporte dos materiais até à porta do processo. Em relação aos resíduos apenas é considerada a influência ambiental do tratamento dos resíduos, a jusante do processo que os originou, quando o destino seja a incineração ou a deposição em aterro. 

A versão intermédia é dedicada ao utilizador com conhecimento específico em análise de processos e que está familiarizado com a aplicação de metodologias: AFME, ADA, MCIA ou MCV. Relativamente à informação sobre o processo, deve ser possível seccionar e detalhar consumos e emissões das actividades nos processos e conhecer as características das origens dos recursos, assim como dos destinos das emissões. Nesta versão a determinação de influência ambiental é mais abrangente, considerando os processos a montante e a jusante do(s) processo(s) objecto do estudo. 

Por fim o utilizador pode aplicar a versão avançada que consiste num produto customizado que incorpora conhecimento e informação específica sobre o sistema produtivo a mapear/avaliar, e com detalhe sobre as possíveis melhorias a operar.

A customização requer alterações substanciais do software que só podem ser efectuadas com intervenção da equipa técnica do Sistrade ECOManager.

Frequentemente surgem dificuldades na quantificação dos aspectos ambientais, principalmente quando não é implementada uma estrutura sólida de informação, relativa à utilização de recursos, nomeadamente materiais, água e energia, por este motivo a Análise de Fluxos de Massa e Energia (AFME), é fundamental para o planeamento das actividades de gestão ambiental.

É objectivo da AFME, propor as orientações básicas para determinar os fluxos de recursos, especialmente os críticos, assim como o potencial dos mesmos a nível económico de poupanças e melhorias ambientais. Pretende ainda alertar para a necessidade da comunicação de dados e acompanhamento de determinados aspectos ambientais cujo registo é fundamental para a melhoria contínua na prevenção da poluição, evolução esta que será quantificada por rácios de ecoeficiência.

Os dados necessários para esta etapa correspondem aos avaliados periodicamente pelas empresas, e que constam em relatórios de acompanhamento do desempenho da empresa, nomeadamente nos seguintes aspectos:
  • A variação/tendência dos consumos de matérias-primas, energia, água, embalagens, etc.
  • A variação/tendência do consumo de produtos substâncias perigosas
  • O aumento ou diminuição do volume de produção
  • As variações das quantidades de resíduos, de emissões e efluentes gerados
  • A aplicação de programas ambientais

Neste contexto, a determinação da ecoeficiência, dependerá do esforço que o utilizador pretende desenvolver na AFME e das infra-estruturas de monitorização instaladas. A título de exemplo apresentam-se na tabela algumas das fontes de dados mais comuns.

A metodologia de Avaliação de Desempenho Ambiental, prevê a caracterização do desempenho ambiental em função da intensidade dos aspectos ambientais em cada um dos 7 objectivos da ecoeficiência.

O resultado será um desempenho ambiental da unidade de estudo, caracterizada por aspectos ambientais significativos, não pelos impactes ambientais, mas sim pelo risco ambiental que representam e pelo contributo para os objectivos de ecoeficiência.

A determinação da significância dos aspectos ambientais é determinada pelas seguintes variáveis:
  • Intensidade dos aspectos é determinada através da relação/afinidade de cada aspecto ambiental, com os 7 objectivos de ecoeficiência
  • Frequência de ocorrência dos aspectos ambientais
  • O aumento ou diminuição do volume de produção
  • Gravidade dos aspectos ambientais, em função da necessidade de prevenção
  • Extensão do aspecto, esta avalia a dimensão espacial afectada pelo aspecto ambiental

O utilizador atribui para cada aspecto uma classificação (1, 3 ou 5) para os critérios Intensidade, Frequência, Gravidade e Extensão. Analisando a avaliação de significância dos aspectos, são identificados os aspectos ambientais responsáveis pela concretização do(s) objectivo(s) da ecoeficiência. 

Os aspectos ambientais significativos que resultem da ADA, são motor do processo de melhoria da ecoeficiência e será sobre estes que se estabelecerão comparações dos rácios de ecoeficiência. Por isso, é nesta fase que se inicia a selecção dos rácios e dos princípios de ecoeficiência abrangidos pelo processo de melhoria.

O cálculo da ecoeficiência pressupõe a quantificação do valor de influência ambiental do processo ou produto/serviço em estudo. Para este cálculo o software utiliza uma abordagem com base na Avaliação de Ciclo de Vida (ACV).

A ACV é uma metodologia normalizada internacionalmente, através de normas ISO, que permite a obtenção de informações detalhadas relativas ao desempenho ambiental de um produto, processo ou serviço. Com esta metodologia é possível determinar os principais aspectos e/ou potenciais impactes ambientais associados a cada uma das etapas do ciclo de vida desde a aquisição ou extracção de matérias-primas até à sua produção, uso e fim de vida.

Relativamente à metodologia normativa da ACV está presente na série ISO 14040 conforme a listagem seguinte:
  • ISO 14040:2006 – Environmental Management – Life Cycle Assessment – Principles and Framework;
  • ISO 14041:1998 – Environmental Management – Life Cycle Assessment – Goal and scope definition and inventory analysis;
  • ISO 14042:2000 – Environmental Management – Life Cycle Assessment – Life Cycle Impact Assessment;
  • ISO 14043:2000 – Environmental Management – Life Cycle Assessment – Life Cycle Interpretation;
  • ISO 14044:2006 – Environmental Management - Life Cycle Assessment - Requirements and Guidelines;
  • ISO 14047:2003 – Environmental Management – Life Cycle Impact Assessment – Examples of application of ISO 14042;
  • ISO 14048:2002 – Environmental Management – Life Cycle Assessment – Data documentation format;
  • ISO 14049:2000 – Environmental Management – Life Cycle Assessment – Examples of application of ISO 14041 to goal and scope definition and inventory analysis.

Com base nesta metodologia, o modelo de cálculo da Influência Ambiental utilizado por este software é de aplicação geral e depende do âmbito, da fronteira do estudo e do inventário realizado (AFME). De acordo com uma perspectiva de ciclo de vida, para a determinação da influência ambiental devem identificar-se todos os fluxos de entrada e saída do sistema (AFME). Por sistema entendam-se a interacção de todos os processos unitários ligados entre si por fluxos de produtos intermediários, que constituem uma ou mais funções definidas.

Um processo genérico deverá, à partida, ter como fluxos de entrada as matérias-primas, recursos e materiais auxiliares, que podem ser definidas da seguinte forma:
  • Matérias-primas – conjunto de substâncias, matérias, materiais ou formas de energia essenciais à fabricação de um produto e que fazem parte integrante do mesmo, quando acabado;
  • Recursos – conjunto de substâncias, matérias, materiais ou formas de energia que não são essenciais à fabricação de um produto, mas que são fundamentais para o correto funcionamento do processo de fabrico utilizado;
  • Materiais Auxiliares – conjunto de substâncias, matérias, materiais ou formas de energia que visam auxiliar no processo de fabrico utilizado, mas que não são fundamentais para o correto funcionamento do mesmo.
Como principais fluxos de saída, um processo poderá incluir produtos, resíduos, emissões e, em alguns casos, subprodutos, sendo:
  • Produto – principal substância, matéria ou material resultante do processo de fabrico;
  • Subprodutos – produtos secundários resultantes do processo de fabrico e que podem ser utilizado directamente, e sem sofrer alterações, num outro processo de fabrico, dentro ou fora da empresa;
  • Resíduos – quaisquer substâncias ou objectos de que o detentor se desfaz ou tem intenção ou obrigação de se desfazer, nomeadamente os identificados na Lista Europeia de Resíduos;
  • Emissões – descarga directa ou indirecta de substâncias, matérias, materiais ou formas de energia, para a atmosfera, água ou solo, sob a forma gasosa, líquida ou sólida, respetivamente.

Tendo em conta as particularidades de cada um dos fluxos para o sistema de produto, este modelo apresenta uma abordagem múltipla, utilizando sempre como método de avaliação o IMPACT 2002+. Este método de avaliação é uma metodologia que propõe a implementação de uma abordagem combinada, com base em avaliações de risco convencional de regulamentação orientada para a selecção de produtos químicos

Relativamente às emissões, é facilmente possível identificar as substâncias de maior importância quer para as emissões gasosas, quer para os efluentes líquidos, pois encontram-se devidamente cobertas pela legislação em vigor, sendo nomeadamente obrigatória a sua monitorização. Para gerar os resultados de influência ambiental específicos para estas substâncias optou-se por cruzar directamente as suas concentrações e quantidade emitidas com o método de avaliação referido. Quanto aos restantes fluxos, recorreu-se a adaptações de bases de dados específicas, sendo os seus resultados apenas e meramente indicativos da influência ambiental associada ao processo, produto ou serviço em análise.

O método de avaliação IMPACT 2002+ apresenta ainda 14 categorias de impacte ou de nível médio que permitem uma caracterização mais detalhada dos fluxos elementares e outras intervenções ambientais que possam contribuir para um mesmo impacte. Cada uma destas categorias é alocada, através de factores de conversão, numa das 4 categorias de dano, ou de nível final, nomeadamente Saúde Humana, Qualidade dos Ecossistemas, Alterações Climáticas e Depleção de Recursos. O somatório dos resultados obtidos em cada um destas categorias gera então a influência ambiental final associada ao processo, produto ou serviço em análise.

A determinação da ecoeficiência dos processos ou dos produtos, através da aplicação deste software, está fundamentada pelo nível de conformidade dos princípios de ecoeficiência nos resultados das actividades, sobre as quais os utilizadores controlam ou exercem influência. Foi, por isso, logo na fase de avaliação do desempenho ambiental, integrada a medida de intensidade dos aspectos ambientais para a evolução da maior conformidade.

Neste contexto, a utilização do software foca, principalmente, a caracterização e evolução do valor do produto em relação ao desgaste de recursos e da influência ambiental.

Os rácios de ecoeficiência são determinados pela seguinte expressão:

Indicadores de Desempenho/Eficiência

À semelhança do que se sucede na determinação dos rácios da ecoeficiência, como resultado final da utilização do software, é possível quantificar os indicadores de desempenho ambiental, nomeadamente os KEPI's, com base na expressão seguinte:

Perfil Ambiental

Por fim o resultado global do desempenho ambiental e económico é representado pelo Perfil Ambiental, neste perfil consta toda a informação de forma resumida, nomeadamente:

Perfil da Organização:
  • Nome da organização ou do processo os produto;
  • Actividade económica;
  • Período de análise;
  • Fronteiras do sistema;
  • Número de colaboradores;
  • Período laboral.

Perfil de Valor:

Indicadores Gerais
  • Valor de produção do período;
  • Vendas;
  • Resultado líquido;
Indicadores Específicos
  • Valor Bruto de Produção (VBP);
  • Valor Acrescentado Bruto (VAB);
  • EBITDA;
  • Rentabilidade da Produção;
  • Rentabilidade das Vendas.

Perfil Ambiental:

Indicadores Gerais
  • Materiais e Matérias-primas consumidas;
  • Energia Consumida;
  • Energia Primária Consumida;
  • Água Consumida;
  • Total de Resíduos Produzidos;
  • Resíduos Enviados para Aterro.
Indicadores Específicos
  • Emissão de Gases com Efeito de Estufa;
  • Emissões Acidificantes;
  • Outros Indicadores Seleccionados.
Perfil de Ecoeficiência:
  • Este perfil é gerado com base na ADA, serão apresentados os rácios cuja ADA é muito significativa e significativo.

 

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